Ainda estou à toa por causa de um pesadelo. Sonhei que a infraestrutura que imperava colapsou. As pessoas estavam de pré-aviso. E todavia, o tempo veio e as bases do edifício implodiram com um estampido no silêncio após uma banda dar um sinal de cornetas. Estava eu nas imediações como num recreio. «E ninguém avisou?» Começou tudo a correr para os abrigos, inslusive eu. Nem tive tempo de me despedir. Fiquei ali mesmo debaixo de escombros em água que subiu por mim. É o meu fim, pensei à medida que a água subiu e os destroços caíram. Estava eu em casa à mesma hora de sempre. 3h da madrugada.