Olha o Guerra Jocoso... Lembrei-me porque o Bruno dos Santos fugiu após ter visto o homem do caderno preto esfarelado ao largo do Aveiro Digital: «Eu nem quero imaginar o que ele escreve no caderno!»
- Que exagero!
Já o Guerra Jocoso, era meu colega de História da Arte. Ele com um arquivo com a antologia de Fernando Pessoa em formato A4 debaixo do braço. Uma altura estava a calcular pelos dedos rimas a escrever num caderno.
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