sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A Polícia

Em casa do senhor Rubistein fora preparada uma festa para as crianças. No pequeno jardim interior bramia a placidez do sol. A mesa com o tema; a vitualha própria para os diabretes; e, sob a forma de um anho, que estendia a sombra sobre todas as cabeças de pequenos cristos, uma pinhata. «Meninos - principiou a senhora Rubistein numa voz melíflua -, agora vamos tentar quebrar a pinhata. A população de meninos urrou, mas havia quem se deslumbrasse sob aquele sol hialino. O senhor Rubistein sorriu. Neste somenos a porta de entrada é sacudida de forma evasiva. O senhor Rubistein acorreu imediatamente, deparando-se com dois oficiais. «Que significa isto? - perguntou o mais alto ao deparar-se com a situação. «Bem - respondeu o senhor Rubistein sem se perturbar -, eu convidei todos os meninos do bairro para uma festa. «Que espécie de festa - retorquiu o outro oficial. «Nada de especial, apenas uma festa para entreter os mais novos. Os oficiais irromperam pelo jardim; parecia que uma sombra havia assolado por momentos o jardim. As crianças buliram numa interrogação. «Passa-se alguma coisa - perguntou o senhor Rubistein. «Deduzo que sim - disse o oficial bramindo um olhar que atingiu o senhor Rubistein no âmago. «Deduz? - procurou perceber num receio. - Sabe, é apenas um jogo. «Também posso jogar? - retorquiu o mais baixo dos oficiais. «Sim, claro - reagiu o senhor Rubistein -, claro. «Eu tenho bastante curiosidade - disse o mais alto -, também posso assestar na pinhata? «Eheheh - sorriu o senhor Rubistein. Neste somenos, os dois oficiais principiaram num jogo divertido em redor da pinhata. Que solenidade, não se continham de tão ébrios no jogo. As crianças estalaram a rir; também elas estavam inebriadas devido ao fascínio da pinhata.

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